As almas não dormem, pois estão eternamente atentas aos murmúrios do universo. Mesmo quando o corpo repousa, a essência continua desperta, pulsando com uma energia inextinguível. Se dormem, é apenas o piscar de olhos mais demorado que o hábito.
As almas antigas, moldadas pelas experiências, distraídas pelas memórias, distantes das ilusões, feridas pelo tempo, vivas ou mortas para o mundo, permanecem alertas. Todas elas!
As almas caminham, percorrendo caminhos desconhecidos, correndo em andanças desconcertantes, dançando ao ritmo da vida e esmagando o sentir com a intensidade de suas experiências.
E você, qual é a cor da sua alma quando dorme? É o azul profundo da serenidade, o vermelho ardente da paixão, o verde suave da harmonia ou o preto profundo da introspecção?

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