O inverno da folha é como singrar a alma. A vida transcende o ensejo do tempo... Falece a folha, nasce outra vida. Cassiane Souza

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Matot – qual o tamanho do nosso chão?

Bom dia, meus raros. Como vocês estão? Espero que a garoa lá fora não esteja congelando a disposição de quem, como eu, insiste em buscar calor nas palavras. Pensar em como as coisas se unem, né? Na semana passada, os compromissos da vida me fizeram pular a leitura de Pinchás, logo ela, a parashá que… Continuar Lendo →


Guaco – O cipó que abre o peito

Guaco – O cipó que abre o peito Poucas ervas caminharam tão naturalmente entre a mata, a cozinha, o quintal, a farmácia e o laboratório. Antes mesmo da ciência compreender seus compostos químicos, o povo brasileiro já conhecia sua vocação. Bastava uma gripe, uma tosse persistente ou um peito carregado para alguém apontar para a… Continuar Lendo →

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Há coisas que precisam ser devolvidas

Nem tudo o que você sustenta é seu. Mas nem tudo o que alguém sustenta foi, de fato, escolha. Há sabedoria em reconhecer o que nos cabe, discernimento para devolver o que nunca nos pertenceu e humanidade para lembrar que as escolhas nascem das circunstâncias. Os ventos de Òyá não existem para aliviar nossos ombros,… Continuar Lendo →

Balak: A Palavra e o Destino

A estação muda sem pedir licença. O vento muda de direção antes que os nossos olhos percebam. A terra sabe antes da gente. Talvez seja por isso que essa porção seja lida justamente num tempo de transformação. Nem toda mudança começa quando a enxergamos. Muitas começam quando ainda insistimos em chamar de obstáculo aquilo que... Continuar Lendo →

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