O Arilho que Brilha

Todas os traçados foram escritos inebriantes. Que arilho brilha os olhos?Flertes num sentir de palavras efêmeras, na qual nunca soube o tom, o som, o dom. Importa mais a essência, o ser, os desígnios, o viver pleno de natureza magnífica.Que fito terreno lubridia vosso sentimento? Que sorriso derrete a mente? Que olhar baralha o corpo?Corpos... Continuar Lendo →

Depois do Barco.

Queira sentir a brisa que nos ama.O vento que eleva pensamentos, que retira receios e olhares.Quais pendências estás a sentir, a criar e a resolver?Ouço o galo acordar a alma...Acorda, moça! Madrugada: dormir tarde, levantar cedo.Ele caminha para a porta da morte.O galo grita, alto.Eu fico muda, calada, estática.De mim, ele quer mais, mas de... Continuar Lendo →

Estar Folha

A folha me ensina a estar, a curar e a direcionar. A água a atravessa, do insípido ao salgado. A água me ensina que um barco quebrado ainda serve de abrigo no fundo do mar. A mesma água me ensina que um barco ancorado desperdiça o vento soprado. A folha me ensina que o vento... Continuar Lendo →

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