
A folha me ensina a estar, a curar e a direcionar. A água a atravessa, do insípido ao salgado. A água me ensina que um barco quebrado ainda serve de abrigo no fundo do mar. A mesma água me ensina que um barco ancorado desperdiça o vento soprado.
A folha me ensina que o vento leva tudo: dor, amor, enfermidades, importâncias e desafetos. Folha seca vira adubo. O vento traz novas folhas. Uma folha não cai da árvore duas vezes. Não há folha, não há vida!
Quantas folhas escrevi? Quanto posso digerir? A água traz ao começo e ao fim. Fim?… O que é essa crença que acha que um fim é de fato o final de tudo?
Água limpa, energia renova; fortalece crenças, desfaz quebrantos. Água existe antes da folha existir. Vento que sopra a folha. Água que mistura a folha. Mãos que amassam folhas. Corpo que se abola. Abarcar com coerência!






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