Da minha janela, vejo as capivaras na lagoa. Elas chegam como quem não deve nada a ninguém. Nem ao banco, nem ao chefe, nem às expectativas alheias. Não pedem licença porque quem vive em paz não precisa. Elas apenas chegam, se acomodam e fazem o que vieram fazer: existir. Tenho pensado nisso nesses dias de… Continuar Lendo →



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