A delicadeza de continuar.

Dê passagem ao novo. Deixa que o novo encoste de mansinho, reticente, como quem pergunta se pode entrar. Não peça permissão. Apenas faça. Escreva as memórias que insistem em voltar e queime-as com a mesma brandura de quem acende uma vela para si mesma. Enterre o antigo. Deite o velho no chão úmido do tempo... Continuar Lendo →

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