Ele, perfume da mata e saudade do mar

Ela não fugiu dos olhos dele.Deixou-se ser chamada, como se o próprio corpo soubesse o idioma do desejo suspenso.Como o mar que seduz o navegante com promessas de naufrágio doce.Como o som dos atabaques que reverberam na pele antes de tocarem os ouvidos.Era assim que ela sentia o chamado dele: um eco primal, antigo, inevitável.A... Continuar Lendo →

Quando os caminhos parecem embaçar…

Um verso para a alma cansada, mas ainda em movimento. Há dias em que o horizonte desaparece.Em que o chão, antes firme, se dissolve sob nossos pés.E o mundo, que parecia organizado, vira um mapa molhado; borrado pelas lágrimas, pelo cansaço, pela incerteza. Às vezes, é só isso mesmo: neblina na travessia.Não é que você... Continuar Lendo →

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