1620, II

Havia desejado um jardim, um que, por algum motivo, inflado do ego, tinha que ser chamado de "meu". E nunca foi. Se quer, plantou flores para o jardim e quase morreu desejando isso. Se, quando escreveu o antigo texto [leia aqui], ainda queria, hoje não quer mais. A flor da beira da estrada basta, e... Continuar Lendo →

1620

Desejei um jardim para chamar de meu. Frustrei, adoeci, cansei, sofri, quase morri! Ainda quero o jardim! Olhei ao redor, só vi a ferrugem dos velhos tijolos artesanais. Que bela arquitetura, que jogo de bloco original, que encaixe perfeito. Percorri os olhos até os pilares que, singelamente, sustentariam a nobre donzela do 1620. Mantive-me dispersa... Continuar Lendo →

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