Dorme, Amahris, sob o céu choroso, A presença tua me basta, não os silêncios. Volta a sonhar sonos antigos, Sorria para si e amanheça em meus cachos. Por aqui, só chuva, melancólica e fria, Que me pira, invade, torce sono e sonhos. Desprazer que pinga, molha, canta, Devia ser proibido chuvas noturnas. Há uma proibição:... Continuar Lendo →
Barulho
Dorme o silêncio que reconhece. Acorda o barulho que não conhece. Retoca. Reforça. Recomeça! Adormece no barulho que conhece. Desperta o silêncio que não reconhece. Durma. Sonha. Acorda. Nota: Eu não durmo em dias de chuva.



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