
O que fere a alma alheia,
outrora pode ter ferido a si, a mim, a ti…
Mal do século ou mal da eternidade?
Espera, reparo, acordos, olhares…
Minúscula felicidade,
grandiosas enfermidades.
A cura é o corte dos nascituros?
A extinção de nossas sementes?
A dor do nascimento?
O sofrer no viver?
Lastimar, prosseguir… Nascer!
Sair da tumba…
Sem pele, sem outros órgãos, sem água.
Erguer aos céus cada osso seco,
e renascer a cada ciclo.
Nasça todos os dias!
O que carrega o útero adoece a alma.
Almas adornadas de nada.
As escolas não deveriam se preocupar apenas com letras.
O salto elegante, a fala coesa, o boletim exemplar…
E as emoções?
E o caráter forjado sem pauta criteriosa?
E a criança que vem predestinada?
Moldada. Calada. Culpada?
Não.
É só um trem de passagem…
Um vagão cheio de missões,
e trilhões de caminhos para caminhar.
Escolha um para alegrar sua alma…
E transborde seu coração em paz.
Colha uma rosa na estrada.
Que Yeshua ilumine o oculto dos olhos!
E libere para nós nossa sorte.
Senhor, cuida dos meus!
E ensina-me a estar coerente em tudo.
Outro dia, mais um, menos um…
Inspiração, setembro 2024.






Bellas palabras que salen del hermoso interior de la escritora.
Gracias por su presencia. 🌻