Parashat Ki Tavo | Deuteronômio 26:1–29:8 | Salmos 141 a 150 | Tempo de leitura: 20 minutos Existe uma diferença entre conseguir entrar e saber o que fazer depois que a porta se abre. Trago a primeira provocação de Ki Tavo. No estudo anterior, falávamos de portas, soleiras e daquilo que escolhemos guardar. Agora a… Continuar Lendo →
Shoftim: As portas que guardamos
Da terra de Matot, onde medimos a largura do chão que nossos pés pisam, saltamos, sem escalas, para a soleira de Shoftim. Para quem perdeu as pegadas pelo caminho e não percorreu as alamedas que vieram em seguida, Mas’ei, Devarim, Va’etchanan, Eikev e Re’eh, às vezes acontece: perdemos capítulos inteiros e, quando voltamos ao livro,… Continuar Lendo →
Nasso: responsabilidade sobre o que é elevado
Nasso, “levantar”. E a pergunta que ecoa antes mesmo da leitura começa não é o que será levantado, mas quem está disposto a se levantar. Levantar o quê em nós quando o peso já virou costume? Levantar a consciência ou apenas os braços do rito automático? Levantar a voz ou finalmente escutar o silêncio que... Continuar Lendo →
O Fogo que Arde
A Parashat Tzav começa com uma ordem direta: manter o fogo aceso no altar continuamente; ele não deve se apagar. No silêncio da alma, o que esse "fogo" representa para você hoje? Os sábios ensinam que o altar não é apenas uma estrutura externa de pedra, mas o próprio coração humano. Se o fogo deve... Continuar Lendo →
Quando a Prestação de Contas se Torna Ascensão
Nesta semana, encerramos o livro do Êxodo com a porção Pekudei, que significa "contas" ou "registros". À primeira vista, o texto parece um relatório contábil árido: tanto ouro foi usado, tanta prata foi pesada, tantos fios de lã foram tecidos. Mas, na vibração da Cabala, por que o Criador do Universo, o Infinito (Ein Sof),... Continuar Lendo →
O Sacerdócio da Alma
Na semana passada, o estudo não chegou. O silêncio aconteceu, a rotina atravessou e a vida chamou para outras urgências. E, curiosamente, isso também é espiritualidade. Às vezes, o hiato é o espaço necessário para o entendimento maturar. No design do Tabernáculo, o "espaço vazio" era tão sagrado quanto as paredes de ouro. Se em... Continuar Lendo →
Beshalach: navegando o mar entre o ontem e o amanhã
Entramos na semana de Beshalach, cujo nome significa "Quando enviou". É aquele momento crítico em que o Faraó — nosso ego limitador — finalmente nos deixa ir, mas logo em seguida se arrepende e passa a nos perseguir. É a energia do "pós-libertação": você tomou uma decisão, mas o passado ainda corre atrás de você,... Continuar Lendo →
Bo: quando ir é um ato de coragem e sair é um pacto com a dignidade
Bo significa “Vai”. Não é um convite gentil. É uma convocação. D-us diz a Moshe: vai ao faraó, mesmo sabendo que o coração dele ainda está endurecido. A Cabalá ensina que há momentos em que o movimento precede a compreensão. Primeiro se vai, depois a consciência alcança. O Zohar comenta que Bo marca o início... Continuar Lendo →
Va’eira: quando o Invisível se deixa perceber e a verdade insiste em respirar
Va’eira significa “E apareceu”. Não é uma aparição espetacular. É um revelar gradual. A Torá diz que D-us Se mostrou a Avraham, Itzchak e Yaacov de um modo, e agora Se revela de outro. A Cabalá ensina que a revelação nunca muda a Essência, muda a capacidade de quem percebe. O Zohar observa que Va’eira... Continuar Lendo →



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