A Mãe da tataravó deveria ter sido desenhada nas páginas desses livros. A trisavó e a bisavó deveriam ter escrito por variadas linhas cursivas – tão belas! – nunca vistas, nem as paternas, nem as maternas. As matriarcas nunca entrarão nestes livros sem as sombras, sem as raízes desenterradas, sem a nobreza ou sem a... Continuar Lendo →
Anna,
Quem foste? Menina, mulher, mãe, ternura, aventura, ventura? Que histórias habitaram teus olhos? Que linhas traçaram tuas mãos? Que segredos silenciaram? Mãos, o que diziam? As cartas, o que sussurravam? Tempo que nada conta – o que lia, Heiermann? Sorrisos tímidos: acolhedores, pacificadores. Saberes inquietos? Ou olhares desconfiados, como os nossos? Veja o desse… teu... Continuar Lendo →
Os Dias que não são encontrados
Existem dias em que D-us nos acorda, dias em que o despertador é a vida, outros em que são os pesos dos sonhos ou do próprio corpo sobre a alma. No entanto, há dias em que quem nos acorda é o próprio dia. E existem Dias que não são encontrados, foram simplesmente enterrados. Nossa conexão... Continuar Lendo →






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