
Existem dias em que D-us nos acorda, dias em que o despertador é a vida, outros em que são os pesos dos sonhos ou do próprio corpo sobre a alma. No entanto, há dias em que quem nos acorda é o próprio dia. E existem Dias que não são encontrados, foram simplesmente enterrados.
Nossa conexão com os ancestrais, silenciados pela história, permanece viva. Suas histórias, embora não contadas, continuam a nos inspirar. Suas lutas, embora apagadas, ainda nos fortalecem.
Essas despedidas inesperadas, mesmo sem convívio, nos lembram da força espiritual que nos sustenta. Cada ausência nos ensina a valorizar o tempo, as raízes e as conexões. A saída deles de nossas vidas é um despertar, um chamado para:
– Reavaliar prioridades.
– Abraçar a vida com intensidade.
– Buscar conforto na fé e na memória.
Honramos suas memórias, reconhecendo a força espiritual que nos une. Que suas vidas, embora escondidas, sejam lembradas e celebradas. Que possamos continuar sua luta por justiça, igualdade e liberdade.












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