Não sei passar tecidos, não entendo grid. Guardanapos com lembretes? Do tempo? Da paz? Do amor, do Amor... Dos caminhos? Das ilusões... Dos credos? Dos sonhos? Das fomes. Das roupas lavando na máquina... Das sedes? Das roupas secando no varal? Dos pães que não sei fazer... Dos vinhos que deixo de beber? Das orações ausentes?... Continuar Lendo →
Café Mofado
Ouço a televisão aprisionada na sala de estar. E estamos. Estamos trancafiadas uma na outra. Que tédio! Estou estupidamente agarrada aos estímulos desinteressados e descontentes destes tempos da vida. Tenho listas pendentes, e-mails não respondidos e encaminhados para a lixeira, leituras nulas, bilhetes suspensos, estudos nos arquivos, documentos ausentes, habilitações nunca retiradas e estacionadas, tão... Continuar Lendo →
São Minhas Invenções Sob Céus?
Fé, semente cortada, noite calada, iluminando, reluzindo, reduzindo infinitos… São minhas invenções sob céus? E essas luzes nos céus… existem? Estou sem óculos, cega. Paraíso é um sono em que não sonho. Sem chuva para a insônia. Sem água para lavar os céus. Nada está ocultado. Nem luzes, nem caminhos. Nem cores ofuscadas no arco,... Continuar Lendo →






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