
Quando os desejos esfriam e o destino intervém,
a mulher resta, como uma paisagem pós-tempestade,
com cicatrizes que contam histórias de amor e perda.
Sua alma, um vaso quebrado,
onde restos de sonhos se espalham pelo chão,
buscando sentido nos cacos da própria existência.
Ela permanece, como uma estátua de mármore,
esculpida pelo tempo e pelas lágrimas,
com olhos que refletem o céu turbulento.
Seu coração, um campo de batalha,
onde a dor e a saudade se enfrentam,
e a memória, um fantasma que a acompanha.
Mas mesmo nas cinzas,
uma chama persiste,
um brilho que ilumina o caminho,
para além das sombras.
Ela é a fênix,
que renasce das próprias cinzas,
fortalecida pelo fogo da adversidade.
Nesse caminho, não está sozinha.
Uma rede de apoio, um abraço quente,
amigos, familiares ou profissionais,
podem ajudar a curar feridas.
Não há vergonha em pedir ajuda,
em compartilhar a dor,
em buscar orientação.
Sua essência,
uma mistura de vulnerabilidade e força,
um contraponto de luz e sombra.
E quando o silêncio envolve sua solidão,
ela ouve o sussurro do universo,
lembrando-a de sua própria força.
Resta, então,
a beleza de sua alma,
um tesouro escondido,
à espera de ser redescoberto.
Linhas de Ajuda
– Ligue 180: Disque-Denúncia Nacional contra a Violência Contra a Mulher.
– Ligue 190: Polícia Militar.












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