A Dança: Sem Posse, Sem Competição

Uma melodia sedutora, notas profundas, tom sensual, envolve e aquece a pele, inflamando o desejo. A rádio sussurra um concerto de prazeres.Corpos em harmonia, dançando em sincronia perfeita. Um solo, mas juntos, expressivos e elegantes. Sem antagonismo, apenas conexão.Os corpos se entrelaçam, se completam, se reconhecem, fundindo-se em um abraço ardente, sem limites. O prazer... Continuar Lendo →

Corpos Vazios Deambulam

Corpos vazios deambulam, Sem alma, sem voz, sem vida. A existência não é um hospital, Onde a dor se eterniza. O que deveria gritar, corrói o espírito, Em silêncio sufocante. A vida não é um cemitério familiar, Onde lembranças mortas pesam. Corpos vazios deambulam, Deambulam só, sem rumo. Acompanhados apenas pela sombra, Ao norte, onde... Continuar Lendo →

Um Sonho Fora da Nuvem

Em voo, ouvi alegrias e gritos de socorro. Senti a dormência nas palavras e uma paz importante consigo mesmo. Desceu os degraus ainda em pleno voo; sentiu mais do que suavidade ou choque. Onde chegar, se o céu é a própria morada divina? Brisa que vem chegando, vento tempestuoso, do tipo que agita, grita, hipnotiza... Continuar Lendo →

Dormir

Preciso aprender a desenhar; pintar os lugares mágicos que visito enquanto durmo. Nota: Eu sou mais feliz quando durmo!

Escorrer

Escorre o corpo, os lábios, os olhos, o útero, a pele, os seios, os cabelos, a mente. Tudo escorre. Tudo! As mãos escorrem sobre o corpo que insiste em secar sem êxito. O corpo não obedece tanto quanto a mente. E a mente, mente pro corpo, o corpo inteiro mente sobre o que escorre na... Continuar Lendo →

A Alma é Batom Vermelho

Qual a cor da nudez da alma? A alma caminha pelada, sem sapatos. Pés na terra, olhar leve, mãos solicitas, cabelos esvoaçando sobre a careca, sorriso gostoso na vida. A alma tem cor de batom vermelho, pintado na boca do corpo, pronunciando versos ausentes sobre a nudez que fala, sobre o corpo que grita e... Continuar Lendo →

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