O que pude oferecer sem mácula foimeu choro por beleza ou cansaço,um dente exraizado,o preconceito favorável a todas as formasdo barroco na música e o Rio de Janeiroque visitei uma vez e me deixou suspensa.‘Não serve’, disseram. E exigirama língua estrangeira que não aprendi,o registro do meu diploma extraviadono Ministério da Educação, mais taxa sobre... Continuar Lendo →
Árvore, de Manoel de Barros
ÁRVORE Um passarinho pediu a meu irmão para ser uma árvore.meu irmão aceitou de ser a árvore daquele passarinho.No estágio de ser essa árvore, meu irmão aprendeu de sol,de céu e de lua mais do que na escola.No estágio de ser árvore meu irmão aprendeu para santomais do que os padres lhes ensinavam no internato.Aprendeu... Continuar Lendo →
Eu Sei, Mas Não Devia, Marina Colasanti
Eu sei, mas não devia Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora,... Continuar Lendo →
Diz o Caibalion:
"Quando o mundo estiver unido na busca do conhecimento, e não mais lutando por dinheiro e poder, então nossa sociedade poderá enfim evoluir a um novo nível."
Diz o Caibalion:
"A Mente (tão bem como os metais e os elementos) pode ser transmutada de estado em estado, de grau em grau, de condição em condição, de pólo em pólo, de vibração em vibração. A verdadeira transmutação hermética é uma Arte Mental."
Ode Marítima, Fernando Pessoa
Leia a Ode Marítima








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