São dez, as horas são dez.E quantas são as interrogativas possíveis?Há perguntas para todas as respostas,Silenciadas ou gritantes.Para as que sobem em balões invisíveise para as que arranham as costas dos pensamentos.Respostas não consolam, nem desnudam a alma.Não amenizam o questionar.Presumir não traz respostas, pergunte! #1020
Abraço para quem é de abraços!
Estranho presente. Senti que a vida é brecha que desperta no céu. Ah, mas Cassie, nem creio nesse tal de céu, dilúvio, barco de pesca. Nem nós. O que acreditamos é no invisível que não vemos, no soprar que nos desperta em cada manhã, no sentir que faz o coração bombear oxigênio sem solicitar quase... Continuar Lendo →
Estima
O que aconteceu comigo? Quando perdi a estima dos dias? Quando deixei surrupiar o sorriso? Quando parei de ter prazer em rir? Quando sucumbi o vir? Quando anulei o ir? Quando desisti de mim? O que fiz comigo? O quanto fiz? Quando morri, o quanto morreu comigo? Quando comecei a chorar sem compreender as lágrimas?
Além das interrogativas!
Comecei a perguntar mais quando disseram que não podia questionar tanto - D-us não se agrada! Curiosamente, foi assim que degustei da sua existência viva, muito além das minhas interrogativas! Continuo mais interessada em saber e em sentir. Mais do que ser qualquer coisa que me engessa.
Discorra!
Devera transcender do ponto paralisado no ar. Devera parar de sentir. Devera deixar de acreditar - a realidade muda o ponto e não faz diferença; as certezas pouco importam. Não é o começo, nem o farol na estrada, nem o ponto no fim. Sem insistência, sem desistência. Assistência?! Ciente e consciente além das propriedades compreensíveis,... Continuar Lendo →









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