Bons guerreiros seguem solteiros? O amor distrai decisões? Pesa o emocional no combate? O imperador Cláudio II acreditava que sim e proibiu demonstrações sentimentais, laços amorosos e casamentos.
Valentim, por sua vez, servia e emanava amor, unindo casais e abençoando ritos amorosos. Preso por isso, recebeu amor e afeto na masmorra.
Valentim se apaixonou pela filha cega do carcereiro. O amor e dedicação de ambos devolveram a visão dela. No entanto, Valentim era condenado pelas leis dos homens.
Seu legado foi o amor: próprio, ao próximo, enamorado, racional e emocional, semelhante ao de Yeshuah, o Messias. Ele amou primeiro.
Hoje, outros Valentins e Valentinas vivem e partilham amorosamente. Eu, apaixonada e sonhadora, proclamo: amor é um meio e amar é um caminho diário.
Mas confesso: dependendo de objetivos e prioridades, não ter laços físicos e emocionais faz sentido.
E você, o que acha?









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