
Imersa nas planícies, no escuro, presa no silêncio do sentir,
Molhada pelo suor ofegante dos pensamentos e sentimentos,
Das vozes que deveriam ter ecoado próximo do céu…
Os juízos calaram as vontades,
Dissiparam-se em lágrimas e secaram no peito.
Molhei o rosto, o corpo, encharquei a alma,
Nem sei se “viu ou sentiu”, mas não consigo imaginar a grandeza.
Imersa é um monte de sentimentos do espírito,
Um amontoado de “sim e não” que não deviam ecoar.
E agora?
Jogaria na centrífuga?
Devo repartir os pedaços ou despejo no mar?
Em rio, em água fluente, talvez não seja preciso.
Sinto que estão em processo de fusão,
O gelo aquecido pela fumaça, escorrendo sentimentos…
Todas as flores da roda, inclusive as tuas, estão respigadas.
Sou índia cabloca, teimosa, filha da terra,
Da água, do ar, do fogo, da mãe natureza.
Filha ouvinte do Pai, mas frequentemente desobediente,
Inquieta.
O fogo consome-me, levando-me às pedras quentes,
E a alma escorre como barro.
Vaporiza, faça fumaça com cheiro suave,
Emana para o céu.
Sentimentos não morrem por sépsis…
Transcendendo!












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