Grata por completar mais um ciclo, mais um ano, mais um setembro que vivo. 40 anos, 20 anos e 18 anos da cria. Grata pelo oxigênio de todo dia, pelo renascimento de cada ciclo, pelo zelo, pela provisão e pela proteção. Obrigada por sorrisos nos caminhos e por sempre presentear minha jornada com almas bonitas,... Continuar Lendo →
Catorze!
1984, eis aqui. 1990, mudanças. 2000, mundo acabado. 2010, ricochetes. 2020, habitaciones. 2024... Quatorze de fevereiro, São Gonçalo, Niterói, solo fértil. Dia das Valentinas. Parabéns à comunidade Viradouro! Com fé, força, bênçãos e muito axé, nos conquistou. Um salve aos que receberam meus ancestrais. Com pesar, Porto da Pedra partilha dias ruins e desce mais... Continuar Lendo →
Bravo!
És imensidão. O ar, no meio do céu a guiar. Na mata caça, orienta passos. No trabalho proteja caminhos. És ferro afiado. És fogo. És guerreiro da nossa guarda. Pai que observa, ouve e nada fala. Mas traz ordem aos filhos. (Traga ordem aos filhos!) És a lei e a ordenança! Bravura boa que ensina.... Continuar Lendo →
Eu Morava Ali
Arte: Pedro Ruiz Eu morava ali, Em algum ponto além da linha das árvores, Em algum ponto dentro do olho da figueira que plana na serra, Em algum ponto na pedra encantada com musgos milenares. Eu morava ali, No breu da cachoeira, por detrás dos véus sedosos das águas, No bocejar da onça que baila... Continuar Lendo →
Novilúrio
A pele toca sentimentos que expulsam o medo. Não toca o coração, não toca a existência; traz resiliência. As mãos retiram o fôlego, a pausa, o êxtase desenvolvido em águas geladas. Criam uma cachoeira em águas paradas, sós. E toda a multidão da mata numa imensidão de sons em comunhão das testemunhas. Um concerto aos... Continuar Lendo →
Caá
O som do bater das asas, Sussurro das vozes da mata, Denuncia à Mãe Terra: É tempo de entrega. Lua branca, poesia, Coruja dormiu na varanda. Minha água batizada, Serenada. Dia chegou! Abra a janela da alma, Tire as velhas vestimentas, Revele a nudez do espírito. Água quente, Boca impaciente, Corpo inocente, Mente consciente. O... Continuar Lendo →
Smog
Imersa nas planícies, no escuro, presa no silêncio do sentir, Molhada pelo suor ofegante dos pensamentos e sentimentos, Das vozes que deveriam ter ecoado próximo do céu... Os juízos calaram as vontades, Dissiparam-se em lágrimas e secaram no peito. Molhei o rosto, o corpo, encharquei a alma, Nem sei se "viu ou sentiu", mas não... Continuar Lendo →












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