Havia outra fotografia… Com mais beleza, maior significância, sorrindo o riso, mas sempre há um “mas” ou “mais” que não deixa o momento estar completo.
O estar nas notas musicais não faz o sentir, assim como na planificação dos poliedros irregulares. O estar é um ser dúbio que necessita de uma epura, de uma harmonia.
Sou uma superfície convexa, com lentes côncavas, refletindo perspectivas. Sou um sólido inacabado, com líquidos evaporando, buscando equilíbrio.
Talvez, um prisma triangular, refratando luz. Uma tríade perfeita: beleza, significância e harmonia.
Nota: Nunca estudei geometria, mas entendi sua beleza.
Café da Semana…






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