Além do Verso: Um Chamado

“Quando você acha que sabe tudo sobre o que está fazendo, tenha certeza de que você está absolutamente errado.”

– Luciano Huck

Símbolos, a quem servem? Para quê? Para despertar a mente, o estômago, a lágrima, o coração, a consciência? Corpos serão sempre como sacos com ar que não é oxigênio para o pulmão. Ar! Um saco de ar. Um saco de vida? Só mais um saco de pano sem o ar que condiciona a vida.

E os versos para quem servem? Ao doutor que balança a caneta, ao líder que assegura a paz aos outros, aos irmãos que temem ao Pai ou à Mãe que serve aos filhos? Que versos molharam os meus olhos? Quais versos são seus? Quantos são os meus?

Estude com fervor e dedicação. Revisa esse rascunho! Medite sobre os essenciais, os objetivos. Organize as expectativas – o que o seu melhor oponente acharia? O que sua mentora riscaria? Com novos argumentos e velhos versos, faça da sua presença uma morada alegre, próspera e sábia. Chora, ora, insista, persista e sorria!

Não seja como essa autora que não aceita os versos, os textos, os conselhos, os símbolos, as versões, os ditos, os sentimentos. Eu me reprovaria pelo silêncio, pelo tempo atropelado, pelas oratórias, luzes e versos ignorados e principalmente por tantos sonhos e amores riscados por nada.

Algumas versões nossas não servem a nada, não estão escritas em nenhum propósito universal. Elas simplesmente servem ao nada, produzindo no ser uma versão maléfica e nada perspicaz. Mas elas fazem parte.

O Divino é sempre esperado, né? Ele é aclamado por um único povo, nem sempre grato e fiel. Ainda somos um povo ingrato; minha versão de viver também é.

Bialer disse: “Quando estamos tristes, nosso espírito não pode estar agradecido, pois a alegria é necessária ao coração para estarmos gratos com todo nosso corpo.”

Alguns versos não são fiéis nem esperados. Outros servem a propósitos que só Grandes Sábios conseguem enxergar, compreender, experimentar e atingir. Seja você! Um verso nunca é um; por vezes, é dois, cinco, seis. As muitas versões de quem somos podem e devem ser destruídas e reconstruídas inúmeras vezes.

Enfim, é impossível ser feliz onde já fomos destruídos. Contudo, és um bom sonho.

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