Corpos vazios deambulam, Sem alma, sem voz, sem vida. A existência não é um hospital, Onde a dor se eterniza. O que deveria gritar, corrói o espírito, Em silêncio sufocante. A vida não é um cemitério familiar, Onde lembranças mortas pesam. Corpos vazios deambulam, Deambulam só, sem rumo. Acompanhados apenas pela sombra, Ao norte, onde... Continuar Lendo →
Corações Desenfreados Morrem Amargurados.
Corpos Vazios Deambulam: A Procura da Vez? Não seja lâmia. Corações desenfreados morrem amargurados. Seja legal, não seja letal. Não é hospital, é a rua. É o lar de alguém sem moradia. É cortesia que vem abordar os olhos. É a voz na mesa do bar, no chuveiro, no altar. É o barco de aluguel... Continuar Lendo →
Abraço para quem é de abraços!
Estranho presente. Senti que a vida é brecha que desperta no céu. Ah, mas Cassie, nem creio nesse tal de céu, dilúvio, barco de pesca. Nem nós. O que acreditamos é no invisível que não vemos, no soprar que nos desperta em cada manhã, no sentir que faz o coração bombear oxigênio sem solicitar quase... Continuar Lendo →






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