A lágrima desce lentamente, escorre em olhos solitários, vazios, oprimidos. Desce como quem enxerga o desespero crescer no fundo do copo. No outro lado da calçada, uma massa é batida, sentida, doída, sem fermento, sem ovo, sem açúcar, sendo batida ao pé do fogo, que só vai assar, por ter um velho latão e alguma... Continuar Lendo →















Você precisa fazer login para comentar.