
Noite densa.
O dia amanhece, o choro não cessa.
O silêncio percorre o bramido.
O mar serenou, o vento calou, o tambor não ecou.
Calou a oração, as palavras foram mudadas, mas o espírito já sabia.
A vela, a pena. A terra, a água.
Não saber, sem expressões, sem falas.
Sem solicitações, só agradecimentos.
As mãos sendo tratadas, a pomba repousada sobre o barco e a oração continua…
Perdão, ao invés da cura. Amor, conciliação, honras; união ao invés de perdão.
Em comunhão, emana um canto. A flecha do Arco-íris, o raio vibra no pranto.
Fogo iluminando o caminho, resplandecendo o rosto abatido, liberando as águas.
Na fumaça do incenso insight magníficos percorrendo. Pétalas de estrelas descendo!
Dor, mar de gente que acalma.
A calma na pressa.
Não tenha receio, o espírito tem pressa!
Silêncios, silêncios… firmezas.
Gratidão por sua presença, perdão por todas as ausências. Luz, traga a consciência divina, o amor, o perdão e a cura!
Gratidão a toda espiritualidade que nos acompanha.








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