Valentinas

Aflora, mais linda, refletida no espelho, no tempo, no fogo, nas águas da lua de prata.
Luz Divina no corredor de ferro e barro…
Acende a vela? São nove. Vela as nove velas. Clareia as flores dela.

Se o ferro não pede conselhos, tampouco o vento permissão. Ele chega, vem, movimenta. Vento tempestuoso és.

Nove tempos de mudanças. Uma oportunidade revelada. Segura! Outra, como essa, daqui a nove anos. E não diga que não avisou.

És luz, ser, água, cor, zelo, saberes, sonhos? Vai saber…

Sem preocupações com isso. És coragem, és propósito… És a lei mais alta silenciando.

Valentinas, sê valente! Sê valente, Guerreiros.

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