
Sou guardiã do meu santuário interior,
onde minha pele, tapeçaria de amor e resistência,
tece histórias de ancestralidade e beleza imortal.
Em cada célula, uma centelha divina fulgura.
Com sabedoria e discernimento, ouço o sussurro do vento,
nutrindo meu jardim interior, onde flores de autoamor desabrocham.
Meu coração, oásis de serenidade e paz,
se rega de compaixão, renovando-se a cada alvorada.
Minha mente, jardim florido de luz e sabedoria,
permite-me amar e ser amada sem fronteiras,
como as deusas ancestrais me ensinaram.
Sou templo, sou jardim, sou fonte de vida,
uma sinfonia de amor e beleza.






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