
Há quem vista o ouro, mas não saiba brilhar.
Porque o brilho não mora nas vestes, mora no íntimo.
E o ouro verdadeiro não pesa no corpo, repousa no espírito.
É hora de se perguntar quem você tem sido quando ninguém vê.
É hora de silenciar o mundo para ouvir a sua própria verdade.
O que te move? O que em você permanece quando tudo o que é aparência se dissolve?
Prosperar não é acumular.
Prosperar é fluir.
É deixar que a vida encontre passagem através de você.
É permitir que o coração, quando alinhado ao que é justo e belo, transforme o comum em sagrado.
A verdadeira abundância é silenciosa.
Ela mora onde há constância, no cuidado, na gratidão, na coerência entre o que se fala e o que se faz.
Ela floresce em quem planta com fé e colhe com humildade.
Olhe-se no espelho.
Veja além da forma, além do rosto, além da história que contaram sobre quem você é.
Você reconhece o seu próprio brilho?
Aquele que não se apaga, mesmo quando a vida desafia, mesmo quando o tempo prova?
A vida é breve, mas a luz de quem vive com propósito é longa.
Ela se espalha. Inspira. Cura.
E esse é o ouro que não se compra, o ouro que nasce da alma em harmonia com o que a rege.
“Oxum traz prosperidade, não é ouro, nem o dinheiro. A riqueza é a prosperidade”
– Pai Alexandre Cumino, Orixás na Umbanda




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