Ela terá a vida que ainda não nasceu. Há tantos instrumentos nas pesquisas que ela não sabe — busque mais disso. Nem sempre ela tem paixão ou amor pelos afazeres, pelas missões que surgem na caminhada, pelos amores e desafetos que esbarram na vida. Há tantos instrumentos nas "pesquisas" que ela não sabe... Nada do... Continuar Lendo →
Partiremos
Nós não sabemos quando, mas todos um dia partiremos. A luta nesta terra cessou para você, caro Sargento Azuil. Um céu azul eterno invade agora sua face serena. Que esta última lágrima seja o mar de bênçãos e satisfações mergulhando em sua alma. Descanse em paz, guerreiro. Sua coragem e legado permanecerão conosco. Até mais,... Continuar Lendo →
Amarela – Imã de Problemas
Amarelo. Cor associada. Setembro. Sol. Suicídio. Icterícia. Anemias. Mingau de maçã. Milho na lata com conservantes. Laranja-lima. Cadê a rima, Amor? Cadê o amor? Cadê o voo e o ouro? Melão. Limão siciliano. Bananas. Esse lugar dá fome; esse lugar embrulha o estômago; esse lugar cria lágrimas... E aqui, quase todos que atravessam a porta... Continuar Lendo →
Saudade Não Mata, Ela Desestabiliza.
Saudade não mata, não fere, não grita, mas gera angústia e paralisação das vias. Matar não mata; só deixa o olhar parado num vazio e lágrimas escorrendo nos lábios. Saudade é uma doença criada por quem não descobriu o diagnóstico em alguma espécie de terapia para alguém inerte por causa de faltas injustificadas ou complexas... Continuar Lendo →
Ônibus
Das coisas que sucedem sem muito notoriedade ou êxtase, ele viveu uma manhã tumultuada. Saiu mais cedo, mas perdeu o ônibus. Entre o caminho até a cabine de embarque, foi atropelado por um pássaro que despejou dejetos sobre sua roupa. "Putz, se voltar, vou perder o ônibus", pensou. No entanto, ele voltou. Retornou à casa... Continuar Lendo →
Tempo que foi e não há.
Às três da tarde, o telefone tocou. Não era o amor, nem a esperança; era o vazio do tempo carregado na mensagem cheia. Extremos em momentos, reação do vazio. Um fim com despedidas, uma consciência equilibrada. Pele que escorre o sentir, fim que alivia a dor. Místico de dois tempos: morte nos versos futuros. Texto... Continuar Lendo →
São Tempos Difíceis!
A lágrima desce lentamente, escorre em olhos solitários, vazios, oprimidos. Desce como quem enxerga o desespero crescer no fundo do copo. No outro lado da calçada, uma massa é batida, sentida, doída, sem fermento, sem ovo, sem açúcar, sendo batida ao pé do fogo, que só vai assar, por ter um velho latão e alguma... Continuar Lendo →
Próxima Parada, Sal de Zipaquirá?
Uma estação de trem é um eterno vai e vem. Pessoas chegam, vão e vêm. Despedem-se, ficam e somem. Uns voltam de onde deixaram um adeus; outros vão para onde começaram e seguem. Assim é uma estação: muitas histórias, boas e ruins, sorridentes e tristes. Algumas são só chatices; outras, gratificantes. Tem dias chuvosos e... Continuar Lendo →












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