
Há um oceano para cada mar, um mistério para cada descoberta, um sonho para cada realidade. Venha… Olha a onda subir, observa o mar acalmar. Mira, os siris brincam na areia, dançando ao ritmo do vento.
Mergulha, mergulha… Deixa a alma se perder nas profundezas azuladas, onde o silêncio é apenas quebrado pelo som das ondas. Nascemos nas cachoeiras, fluimos e percorremos rios, dançamos para a Lua Branca, que nos ilumina com seu brilho prateado.
Saia, saia, saia… Borda a beira da saia, roda a saia na beira, saia e pisa na areia quente, sentindo o calor da vida. “Por gentileza, agradeça o corpo, leva seu barco para o altar… não saia do caminhar.”
Há um oceano para cada amar, um mar para cada oceano, um porto para cada navegar. Há encontros de almas na calmaria das profundezas, onde o tempo não existe e o afeto é o único guia. E não há correntezas para o afogar, apenas a liberdade de ser.






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