Quero-quero!

O que os olhos veem, o bichinho do quero-quero quer, e quase nunca consentindo com o planejado. Somos o que vemos e comemos? Ou somos o que defecamos?

Comer alimentos produzidos e preparados com consciência e respeito solicita mais que dinheiro; requer valor, propósito, tempo, meta, objetivo e dedicação. Porém, por hábitos, o corpo é vadio e não gosta da devoção.

Oh, corpo meu, preguiçoso! A diligência deveria ser em edificar o corpo por inteiro, ser saudável por completo: no físico, mental, emocional, espiritual e onde mais caber o corpo. E onde não cabe o nosso corpo?

Viramos corpos “modelos” (sempre fomos?) na sociedade (obesos, anoréxicos, bulímicos, diabéticos, hipertensos, reativos), quando deveríamos ser apenas corpos de luz. Mas defecamos! E não bendizemos o corpo. Lavamos as mãos e não alimentamos a alma. Olhamos, comemos e continuamos famintos.

Do que tens fome? Recita o corpo. Bendiz tua comida. Almeja o espírito! Refaz a lista de compras, estabeleça os quereres. Reajusta o corpo dentro do corpo. Limpa as lentes dos olhos, porque a ciência dos homens investe em estudos para prolongar a vida do corpo, enquanto ignoramos instruções milenares.

Comer bem e com qualidade está caro, Cassie! Verdade, a inflação está alta, as embalagens menores e a qualidade habitualmente questionável. Sempre que puder (e podemos sempre), valorize pessoas que produzem valores e defendem princípios conscientes e prósperos para com a vida. Valoriza o produtor do bairro, as famílias locais.

Lembrete: lava as mãos e beba água!

Nota: Estou desabafando sobre compras nos supermercados, mas, se precisar, pode ser aplicado para relacionamentos.

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