Um dia, quis andar sem rumo, sem direção; sem causar ilusões, anseios ou medos. Hoje entendo: nunca quis ser o destino, os sonhos e as conclusões dos outros. Ser não é o sonho de todo mundo.
E agora, sinto liberdade em não ser a resposta para todas as perguntas, nem o refúgio para todas as dores. Estou aprendendo a ser meu próprio caminho, sem precisar ser o de ninguém mais. A solidez da minha essência parece ser o bastante. Nada mais, nada menos.







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