
O corpo sussurra segredos silenciosos,
Refletindo escolhas não processadas,
Vibrações profundas que ecoam dentro,
Um apelo para ouvir sua própria essência.
Quando a boca cala, o corpo fala,
Gritando em silêncio, revelando a verdade,
Tudo que foi omitido, tudo que foi guardado,
É liberado em suspiros, em dores, em lágrimas.
O corpo, um templo sagrado,
Modesto, sutil, mas poderoso,
Seu tom é alto quando clama por atenção,
Pedindo cuidado, amor e compreensão.
Ouça seu corpo, sua sabedoria ancestral,
Sua linguagem silenciosa, mas profunda,
Curado espiritual, emocional e físico,
Começa com a escuta, com a introspecção.
Acura suas feridas, acalme suas dores,
Conecte-se com sua essência divina,
E permita que seu corpo floresça,
Em harmonia, equilíbrio e serenidade.









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