
Ele chega, sua casa, seu lar.
O jantar ainda posto na mesa.
Consciências para a vida!
Pele vazia: suas noites vazias.
Poesias coladas na geladeira.
Cerveja barata — não bebem!
Tira a roupa, a capa do verão.
Joga a nudez no cabideiro.
O amor adormece no chuveiro!
Ela não usa mais maquiagem,
Mas pinta seus lábios de seu;
Arranca a lingerie que sobrou.
Atravessa o corpo de água.
Ele a procura nos primeiros raios de sol…
Busca o toque, os lábios cordiais,
Busca as mãos. Indaga o gozo.
Solicita o corpo, apreciando o espírito,
Trazendo a alma.
Adormecem sobre a nudez do querer,
Sobre os raios de luz!







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