Corpos vazios deambulam,
Sem alma, sem voz, sem vida.
A existência não é um hospital,
Onde a dor se eterniza.
O que deveria gritar, corrói o espírito,
Em silêncio sufocante.
A vida não é um cemitério familiar,
Onde lembranças mortas pesam.
Corpos vazios deambulam,
Deambulam só, sem rumo.
Acompanhados apenas pela sombra,
Ao norte, onde a luz se esconde.
Sorrisos escuros, tristes,
Máscaras de uma realidade.
Nota: Onde está o vigor?
Não há folha para guiar,
Ensina-me a navegar dentro.
No vazio, busco respostas,
E encontro apenas o silêncio.

HMRG. Março, 2024.









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